o riso pros meus deslizes,
a razão dos meus apelos...
Pra afogar os meus anseios, mergulhei naquele mar.
Caí de corpo inteiro naquelas águas azuis e calmas
mão a mão, palma a palma
e meu corpo não quis mais voltar desse sonho...
Onde tudo era colorido.
mão a mão, palma a palma
e meu corpo não quis mais voltar desse sonho...
Onde tudo era colorido.
A solidão maltrata os meus pulmões
sem esperanças, chuvas, nem trovões;
Que dó de ver o meu sertão sem uma gota d’água
Desde que aquele anjo se mudou pro céu.
sem esperanças, chuvas, nem trovões;
Que dó de ver o meu sertão sem uma gota d’água
Desde que aquele anjo se mudou pro céu.

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